Cometi um erro. Admito. Não vou negar, nem tentar justificar — o erro aconteceu, e eu estava focado em resolvê-lo. Mas, enquanto eu corria atrás de soluções, parecia que a única coisa que algumas pessoas conseguiam enxergar era o próprio erro. Era como se apontar, criticar e ampliar o problema fosse mais importante do que encontrar uma saída.
Típico de quem vive preso a uma mentalidade mesquinha. Em vez de somar forças para corrigir o curso, preferem destacar onde tudo deu errado. Não há tentativa de compreensão, nem espaço para flexibilidade. Só o dedo em riste e o eco constante de “isso está errado”.
E, nesse ciclo, algo se perde: o tempo. O tempo que poderia ser investido em buscar soluções é desperdiçado na repetição do óbvio. O problema já está ali — ele não precisa de mais ênfase. O que ele precisa é de ação, de movimento, de colaboração.
Sim, eu errei. A vida é feita de falhas e ajustes, e crescer significa aprender a lidar com isso de forma prática e madura. Ninguém está imune aos tropeços, mas podemos escolher como reagimos a eles. Podemos ser aqueles que ajudam a levantar ou aqueles que se ocupam em contar quantas vezes o outro caiu.
Então, aqui vai uma chamada de atenção: minha gente, vamos crescer. Problemas vão acontecer. Não tem como evitá-los todos, porque a vida é assim — imperfeita, cheia de desafios e aprendizados. O que faz a diferença é a nossa atitude. Vamos ser mais flexíveis, mais comprometidos em encontrar soluções do que em enfatizar erros.
Apontar o problema é fácil. Resolver exige maturidade. Escolha ser a diferença que faz as coisas avançarem.
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