Eriec Soulz

A realidade paralela por detrás dos meus olhos

A Beleza das Cicatrizes

Já parou para observar as cicatrizes que carrega? Não apenas aquelas visíveis na pele, mas as marcas profundas que a vida deixou em sua alma. Cicatrizes são sinais de batalhas travadas, de dores suportadas, e, acima de tudo, de vitórias conquistadas. Cada uma delas conta uma história, uma jornada de superação que muitas vezes é desconhecida pelos outros, mas que você carrega como um troféu silencioso.

Cicatrizes nos lembram que somos sobreviventes. Elas são a prova de que, mesmo diante das adversidades, não fomos derrotados. Cada marca é um lembrete de que algo tentou nos derrubar, mas falhou. E ao contrário do que muitos acreditam, elas não diminuem nossa beleza; ao contrário, tornam-nos ainda mais fortes, mais completos, mais humanos.

Às vezes, tentamos esconder nossas cicatrizes, como se fossem algo do qual devêssemos nos envergonhar. Mas que erro é esse! As cicatrizes são testemunhas da nossa resiliência, do nosso poder de nos levantarmos, mesmo quando tudo parece estar desmoronando. Elas são símbolos da nossa capacidade de continuar, mesmo quando o caminho se torna quase intransponível.

E ao olhar para as cicatrizes dos outros, lembre-se de que você não conhece a dor que as causou. Respeite a jornada de cada um, sabendo que, assim como você, eles também carregam histórias de superação em seu ser. Cicatrizes unem almas que, em algum momento, experimentaram a dureza da vida e escolheram seguir em frente, apesar de tudo.

A beleza das cicatrizes reside no fato de que elas não nos definem pelo que perdemos, mas pelo que ganhamos em força e sabedoria. Elas nos mostram que a perfeição não está em uma pele sem marcas, mas em um espírito que, mesmo ferido, continua brilhando com mais intensidade.

Em vez de esconder suas cicatrizes, celebre-as. Elas fazem parte do que você é, da sua história, da sua verdade. Porque é nesse emaranhado de marcas, tanto internas quanto externas, que reside a verdadeira beleza da vida: a beleza de ser humano, de ser vulnerável, e, acima de tudo, de ser indestrutível.

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